Dez discos que definiram o meu gosto – Nuno Galopim

Tem proliferado pelas redes sociais uma corrente que pede que cada um escolha dez discos que definiram o seu gosto. Mas a corrente pede apenas a capa e nenhuma explicação. Mas a verdade é que cada disco pode contar histórias. E quem quiser mais do que ficar olhar para as capas pode agora ler aqui… Dez discos… e as respetivas histórias. E assim nasce o gosto de cada um. E já que era preciso alguém para começar… comecei eu. Texto: Nuno Galopim

Esta não é uma lista dos meus dez discos preferidos. Nessa lista estariam certamente álbuns de Prince, de David Bowie ou dos Kraftwerk… Esta é a lista de dez discos que, em determinados momentos da minha vida, definiram momentos de descoberta e mudança, lançando pistas para depois ir mais além. Foram dez discos que ajudaram a definir o meu gosto. Faltam muitos? Sim, faltam sempre. Mas uma lista de dez é uma lista de dez… Se bem que nos textos aldrabei a coisa e juntei mais referências…

Carl Orff, “Carmina Burana”

LP, 1968

Por onde se começa a ouvir discos? Muitas vezes é pelos discos dos pais… No meu caso havia em casa, sobretudo, música clássica. Lembro-me de escutar, ainda muito pequeno, gravações de obras de Stravinsky, Bruckner, Beethoven (havia uma magnífica Nona pelo Klemperer em dois LP)… Discos que hoje estão comigo. Mas havia um de que gostava particularmente… Era uma edição de 1968 da Deutsche Grammophon com uma gravação da Carmina Burana, de Carl Orff, dirigida pelo Eugen Jochun. Desde sempre senti um fascínio por aquele “cartucho” amarelo nas capas da editora. Mas voltando à história… Acho que aos três ou quatro anos já tinha autorização para mexer nos discos e no gira-discos…  Punha o LP a tocar (mais risco menos risco da agulha sobre o vinil)… E depois atribuía personagens reais às vozes que ouvia cantar. Dizia que o início lado A era o pai. E que a voz que abria o Lado B, o avô. O jogo entre vozes e instrumentos e, sobretudo, a pulsão rítmica da música de Carl Orff estão na génese do meu gosto por ser desafiado pela música… E depois da Carmina Burana lembro-me de o meu pai ter comprado Cattulli Carmina, a segunda parte de um tríptico de Carl Orff (que concluí já eu, mais tarde, quando em Londres encontrei uma gravação em vinil de Trionfo di Afrodite). Ou seja, tudo começou comigo a estragar um LP dos meus pais… Se calhar até estraguei mais… Mas ganhei ali o gosto pelos discos.

Jacques Brel “Le Plat Pays”

EP, 1962

Aos cinco anos já tinha uma caixa com os meus próprios discos. Não ia de fim de semana a Sintra ou de férias ao Algarve sem levar um gira-discos portátil e a caixa com os singles. Eram sobretudo 45 rotações com canções e histórias para crianças, o LP do Fungagá da Bicharada, e singles da Eurovisão (desde 1971 pedia os singles das canções de que mais tinha gostado, o mais antigo tendo sido o Pomme Pomme Pomme da Monique Melsen, que representou o Luxemburgo nesse ano). Mas aos poucos foi “desviando” para a minha caixa discos que eram dos pais… Lembro que entre os primeiros desviados havia EPs que os meus pais tinham trazido de Paris (onde tinham vivido durante uns três anos antes de eu nascer). Entre os discos que “confisquei” aos meus pais havia um EP assinado como Dr. José Afonso e com o título Baladas de Coimbra (que tem Os Vampiros a abrir o alinhamento). Nacionalizei ainda o Le Plat Pays do Jaques Brel e o Nantes da Barbara (aprendi francês com os livros do Tintin e outros os meus pais trouxeram de Paris, mais os discos que vieram na mesma bagagem)… Com o tempo Brel tornou-se uma referência maior. Coleciono os EP, tenho vários dez polegadas e LPs em vinil (e toda a integral em CD), mais livros e livros. E da mais recente vez que estive em Bruxelas lá tirei uma foto ao lado da fundação em seu nome, que tinha na montra aquela imagem da capa do Ces Gens Là (ver a abrir o post), que é o meu álbum favorito dele. Se a coisa semeou um gosto pelos cantautores não sei… Mas o facto é que Sérgio Godinho e José Mário Branco são nomes que escuto também desde muito cedo. Mais tarde Nick Drake, Leonard Cohen… Do Dylan, do Chico Buarque ou do Caetano Veloso só lhes dei atenção mais tarde.

PS. Nestas primeiras incursões pelos discos dos outros tenho que referir ainda as visitas às casas da Tia Teresa ou do meu padrinho. Na primeira ficava agarrado aos discos da minha prima (sobretudo os dos Beatles). No segundo era a descoberta de músicas de todo o mundo (que o padrinho depois me gravava em cassetes, juntamente com contos tradicionais dessas regiões, para depois escutar em casa).

Abba, “Voulez Vous”

LP, 1979

Quando era pequeno, antes da semanada, vivia sobretudo do Natal e do aniversário para contar com novos discos (já eram, juntamente com os livros, o meu presente favorito). A coisa era igualmente boa nos restantes aniversários da família. Quantas vezes o meu irmão recebeu singles que ficaram depois comigo (ainda aqui estão). Na verdade até os discos oferecidos aos meus pais acabavam no meu quarto… Aconteceu isso com o álbum “vermelho” dos Beatles. E em agosto de 1979, no dia em que o meu pai fez anos, lembro-me que lhe deram o Voulez Vous dos Abba. O meu pai sempre gostou dos Abba. Ou “dos Abbas”, como lhes chama. Em 1974, na noite em que venceram a Eurovisão, eu estava de olhos tapados (tinha sido operado aos olhos recentemente) e o meu pai não só gravou o festival em cassete (da emissão da rádio) como me ia descrevendo como iam vestidos (o maestro que acompanhava os Abba ia à Napoleão). Não eram os meus preferidos em 74 (na altura gostava mais da canção da Holanda e hoje, desse ano, prefiro a italiana). Mas ficou o gosto pelos Abba, que ainda hoje aqui mora. Tenho os discos todos. Álbuns e singles. Em vinil e CD… E se gosto de canções pop talvez seja porque, com os Abba, ganhei o gosto pela coisa. Passei a vida a ouvir que eram pirosos (o mesmo se estendendo a quem deles gostava). Nunca me ralei muito com isso.

Duran Duran “Duran Duran”

LP, 1981

Em 1980 comecei a comprar discos com o dinheiro que juntava da semanada (mais aquele que roubava ao almoço na cantina da escola, comendo sandes em vez da refeição, sem dizer nada à minha mãe, claro)… O primeiro single foi o Video Killed The Radio Star dos Buggles. Seguiram-se o Echo Beach de Martha & The Muffins e o My Girl dos Madness… O primeiro Bowie, por incrível que pareça, foi apenas (e mais tarde) o Let’s Dance oferecido no meu aniversário em 1983. Mas já ouvia em cassete, gravada da rádio, o Scary Monsters desde 1980. O primeiro álbum que comprei foi o Flex da Lene Lovich. Mas ao longo de 1981 apareceu uma banda da qual fui gostando mais e mais… Gostei do Planet Earth… O Careless Memories assim assim (hoje gosto mais). O Girls on Film mais ainda… E depois o My Own Way (acho que foi ali que nasceu o meu gosto pelo disco, imagine-se)… A verdade é que o tempo ia passando e não tinha o LP. Na noite de passagem de ano de 81 para 82, em Sesimbra, o apartamento de baixo tinha uma festa que parecia não ter outra música para tocar que não a dos Duran Duran. E tanto passaram o LP que fiquei cheio de vontade para, de regresso a Lisboa, gastar 360 escudos e comprar o álbum. A economia de gastos era controlada. Cada semana podia comprar um single (120 escudos). Se poupasse durante três semanas podia comprar um álbum… que custava 360. E como em 1981 me fartei de comprar outros mais singles (Depeche Mode, Human League, OMD, Soft Cell, Classix Nouveaux, Spandau Ballet), tinha adiado o álbum dos Duran Duran. Aquela festa de passagem de ano levou-me a comprar o álbum. Quando, meses depois, chegou Rio, corri a comprá-lo no dia do lançamento. Nunca mais adiei um disco dos Duran Duran.

Japan “Tin Drum”

LP, 1981

Qualquer coisa muda quando começamos a procurar saber mais sobre a música que escutamos. A rádio tinha sido a principal porta de entrada de informação (de ouvir). Mas a partir do início dos anos 80 comecei a ler sobre música. Havia a The Face, que era a revista de que mais gostava. Também lia a Smash Hits, mais trálálá (e onde trabalhou o Neil Tennant). E tentava acompanhar, sempre que possível, o Melody Maker e o New Musical Express, os jornais que mais vezes conseguia apanhar (o Sounds era mais difícil de encontrar)… Lia a Música & Som, depois o BLITZ (mal imaginando que anos depois lá estaria a escrever) e ainda o LP. E foi a ler que comecei a alargar a curiosidade… Por vezes havia a sorte de os programas de rádio passarem esses discos sobre os quais tinha lido uma crítica ou uma notícia. Mas muitas vezes aqueles eram sons mais imaginados do que materializados… As listas de compras de discos por correio (como o catálogo da Gema Records) e as lojas com importações (Discoteca do Carmo, depois sobretudo a Bimotor) eram fontes às quais podia recorrer. Entre as descobertas provocadas pela leitura de artigos na imprensa musical a que mais me marcou foi a dos Japan e, claro, a voz e a visão de David Sylvian. Ainda hoje tenho Tin Drum na lista dos discos de que mais gosto. Mas o Secrets of The Beehive também é qualquer coisa… E o Blemish… E o Gentlemen Take Polaroids… E o Plight & Premonition… Bom, é melhor passar ao disco seguinte…

Jean Michel Jarre “Concertos na China”

2LP, 1981

Lembro-me de um serão em casa, em 1982… A RTP passava um documentário sobre os Concertos na China de Jean Michel Jarre. Estávamos na sala eu, o meu irmão e os meus pais. Fiquei absolutamente concentrado no que ouvia. No sábado seguinte fui tentar comprar o disco. No início dos 80s, aos sábados de manhã ia (sempre) à Baixa. E aí visitava (sempre), e por esta ordem, as secções de discos das lojas Novo Figurino, Jerónimo Martins, Grandella e Armazéns do Chiado. E, claro, a Valentim de Carvalho, a Sassetti, a Melodia e a Discoteca do Carmo. Aos dias de semana, havendo “furos”, tinha a Compasso (relativamente perto do Liceu Pedro Nunes, onde andava). Procurei em todas as lojas, mas o disco tinha esgotado! Gastei as poupanças que tinha e, de uma vez, levei para casa o Oxygene, o Equinoxe e o Les Chants Magnetiques, ou seja, os discos imediatamente anteriores de Jean Michel Jarre. Algum tempo depois lá achei o disco ao vivo na China (LP duplo com o título em português). Ainda o tenho e está impecável. Este episódio ajudou a moldar caminhos. Já gostava de música eletrónica. Lembro-me de ouvir na rádio (em meados dos anos 70) o Radio Activity dos Kraftwerk sem saber, na altura o que seria… A seu tempo lá encontrei o LP do quarteto alemão. Esse e os demais… E em pouco tempo os Kraftwerk acabaram por se transformar numa das referências mais importantes do meu gosto. Mas a noite “eureka”, essa foi com o Jarre (de quem tenho o Zoolook como álbum preferido).

Echo & The Bunnymen “Ocean Rain”

LP, 1984

Nos anos 80 ouvia muita rádio e gravava cassetes com o que ia passando nos programas. Como tinha aulas de manhã ouvia mais as emissões da tarde e serão. Acompanhava, quando podia, o TNT – Todos no Top, a Discoteca, o Rock em Stock, o Dois Pontos… Mas houve uma voz que se foi afirmando progressivamente mais marcante. Abria espaço a outras músicas e novas descobertas. E invariavelmente ia gostando do que me dava a ouvir. Falo do António Sérgio. E sobretudo do Som da Frente. Foi com o Sérgio que descobri nomes que vão dos The Cure aos Bauhaus, dos Danse Society aos Jesus & Mary Chain, dos Smiths aos Talking Heads, dos Go Betweens aos Art of Noise, do Nick Cave à Laurie Anderson… Tantos… Isto sem esquecer as sucessivas fontes de encantamento que foram chegando da 4AD, sobretudo os Cocteau Twins, Dead Can Dance ou This Mortal Coil, mas sem esquecer os Clan of Xymox, Throwing Muses ou Pixes… Um gosto que mais adiante somou os mais adiante os House of Love ou rumou ao passado para recuperar Velvet Underground e outras referências de antes do “meu tempo”. E agora escolher um disco desta etapa? Vai o Ocean Rain dos Echo & The Bunnymen, que mora claramente na minha lista dos álbuns que mais vezes ouvi nos anos 80, que cruza o fulgor das visões indie com cargas de referências anteriores (dos Beatles e Doors à música orquestral). E que me faz sempre evocar o que era o prazer de descobrir música com o António Sérgio (mal imaginava que acabaríamos a trabalhar juntos na XFM e que, por causa de trabalho para a rádio, assisti, em Manchester, ao encontro dele com o John Peel).

Philip Glass “Songs From Liquid Days”

LP, 1986

Tal como o “momento” Jean Michel Jarre, há um outro disco que entrou na minha vida num dia específico e que me marcou de forma ainda mais intensa. E esse mudou mesmo a minha vida porque, daí em diante, algo mais importante do que o curso que estava a tirar apareceu no meu horizonte. Estava já na faculdade a estudar geologia quando a Teresa Azevedo, uma professora do departamento (mas que curiosamente nunca me deu aulas), me emprestou um disco. Bom vale a pena dizer aqui que conhecia os professores quase todos desde catraio (afinal eram colegas do meu pai). Sabendo que eu gostava de música, a Teresa emprestou-me Songs From Liquid Days, um ciclo de canções no qual Philip Glass colaborava com nomes como os de David Byrne, Laurie Anderson, Suzanne Vega ou Paul Simon… Como se não bastasse, naquela noite a RTP2 apresentou o episódio dedicado a Philip Glass de uma série sobre compositores americanos realizada por Peter Greenaway… Coincidências incríveis, não? Se de tarde tinha ficado encantado com Songs From Liquid Days (que ainda hoje é o meu disco favorito), de noite descobri desafios maiores com excertos de Glassworks e da ópera Einstein on The Beach… Havia aqui perto de casa, no Príncipe Real, uma loja de discos chamada VGM… Foi lá que comecei a comprar discos de Philip Glass. Mas também de Steve Reich, Terry Riley, John Adams, Wim Mertens, Michael Nyman… Essa música passou a ser a que mais me motivava a querer saber ainda mais… E, no fundo, aquele dia ao som de Philip Glass esteve na origem da mudança de rumo profissional que evitou que fosse um geólogo à espera do ordenado para ir comprar discos.

Karlheinz Stockhausen “Hymnen”

2LP, 1970

Em 1989 acompanhei o meu pai a uma reunião com o diretor da RDP. O objetivo era o de se encontrar espaços na programação das rádios para que se falasse da necessidade de lutar pela defesa do património geológico… Todos temos mais “lata” aos 21 anos, e passei a reunião a questionar o diretor sobre o porquê da ausência na programação da Antena 2 de alguma música que então ouvia em casa. E lá veio o rol do costume… O Glass, o Reich, o Riley, o Mertens, etc… Vai daí o diretor pergunta-me “então porque não vem cá fazer um programa sobre isso”?… Não sei se ele estava a brincar com o gaiato (ou seja, eu) ou se a falar mesmo a sério. Nunca lhe perguntei… Mas no dia seguinte, ao chegar ao Quelhas, já o diretor lá tinha (entregue por mim bem cedo) um projeto para um programa em 12 episódios. Chamei-lhe Música em 12 Partes… Quem conhece a obra de Glass vai perceber a piada… Fui chamado, atribuíram-me um realizador e deram-me autorização para consultar a discoteca da RDP… Era preciso estudar para escrever os guiões. E na rua encontrei, por acaso, o Jorge Lima Barreto, que morava perto de mim, e logo me deu as provas de um livro sobre música minimal repetitiva que ia lançar daí a algum tempo. As referências ali arrumadas ajudaram a estruturar ideias. Fui depois para a discoteca da rádio encontrar a música daqueles nomes ali referidos… E há um momento de epifania quando escuto o Hymnen do Stockhausen… Frequências de rádio, gravações de hinos, manipulações eletrónicas… Uma vez mais era uma música que desafiava coordenadas e abria espaço para novas investidas no (ainda) desconhecido. Levei anos a encontrar um Hymnen para ter em casa. Houve tempos em que era tão difícil de achar que custava um dinheirão. Mas já o tenho em vinil. Assim como na versão em 4CD que o próprio Stockhausen depois lançou na sua própria editora. E de Stockhausen parti para descobrir Ligeti, Xenakis, Henze, Messiaen ou Varèse, entre outros mais vultos da música do século XX.

Massive Attack “Blue Lines”

LP, 1991

Estava já na Antena 1 (onde comecei a fazer colaborações em 1989 e passei a ter um programa diário em 1990) quando recebo, da Edisom, um máxi-single promocional que me cativou à primeira audição. Daydreaming… Minimalista, mas cheio de espaço… Marcado no ritmo (das batidas e da voz) mas nem por isso de dieta lírica. Passei-o regularmente. Assim como o fiz com o seguinte, Unfinished Sympathy, que vinha assinado com um nome diferente. Por causa da guerra no golfo, o “Attack” tinha saltado e o grupo apresentava-se apenas como Massive… Quando em 1991 chegou o álbum Blue Lines o nome dos Massive Attack já tinha regressado. Mas mais do que o “caso” do nome o disco revelava um mundo de possíveis descobertas, que me levou a escutar mais a fundo os caminhos do hip hop (passava muito Definition Of Sound, De la Soul, 3rd Bass, Dream Warriors e outros nos meus programas) mas também os do dub (e não só)… O disco corresponde também a um momento em que começo a escrever sobre música (inicialmente no Independente). Juntamente com Screamadelica dos Primal Scream, Blue Lines ajudou a definir caminhos pelos quais seguiria o meu gosto nos anos 90. Depois houve a Talkin’ Loud, os Portishead, Björk, Future Sound of London, Fluke, Blur, Tricky, Aphex Twin, Transglobal Underground, Pizzicato 5, a Ninja Tune, a Mo’Wax, PJ Harvey, Divine Comedy, Daft Punk, Air, Neutral Milk Hotel… Isto sem abandonar Prince, Madonna, Pet Shop Boys ou Bowie, que já tinham entrado em cena e conquistado um lugar cativo…

Bom, a coisa podia agora continuar com mais uns discos e depois outros mais… Mas manda a regra que a lista seja feita com dez. Ficam estes… Um dia faço uma continuação desta narrativa… Mas não numa lista…

3 pensamentos

  1. Ainda vou ler com atenção as histórias – o mais importante -, mas olhando apenas as capas, e cingindo-me às escolhas pop, adianto já que gostei… Voulez-Vous, Ocean Rain, e o primeiro dos Duran Duran, são trindade de discos extraordinários.

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