Ney Matogrosso é a figura em destaque na nova exposição do MIS – Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. “Ney Matogrosso” inaugura esta sexta, dia 21, e propõe “um percurso cronológico pela obra do artista, passando por cada década de sua atuação na frente dos palcos – desde a estreia como vocalista do grupo “Secos & Molhados”, até seu mais recente álbum “Nu com minha música”, o primeiro concebido separadamente de um show”, como se lê no site do museu. Esta exposição junta ainda alguns elementos da cenografia criados para o filme “Homem com H”, biopic sobre o músico assinado por Esmir Filho, com estreia prevista para maio.

Fotos: Lucas Mello / MIS

O percurso expositivo apresenta-se dividido em seis núcleos juntando figurinos, adereços usados em palco, capas de discos, fotografias, pósteres ou documentos. “Ney Matogrosso” tem curadoria de André Sturm, diretor-geral do MIS e inclui textos assinados pelo jornalista Julio Maria, o autor de “Ney Matogrosso – a biografia” (Companhia das Letras em 2021).

Esta nova proposta sucede a um mergulho “imersivo” sobre a obra do cineasta norte-americano Billy Wilder, na qual víamos recriado o célebre “Apartamento” (no Brasil estreou como “Se Meu Apartamento Falasse”) ou o balcão do café de “Irma La Douce” ou o vestido esvoaçante de Marilyn Monroe em “O Pecado Mora Ao Lado”, numa sucessão de salas que nos lembravam momentos, histórias e ambientes de “ Crepúsculo dos Deuses” ou “Starlag 17” (“Inferno número 17” no Brasil ou “O inferno na terra” em Portugal) e, claro, o instante em que se escuta “I Wanna Loved By You” em “Quanto Mais Quente Melhor”.

Exposição “Billy Wilder” no MIS

Uma das exposições de maior sucesso na história do MIS – Museu da Imagem e do Som evocou uma outra figura da história da música popular brasileira: Rita Lee.

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