27. Nancy Sinatra e Lee Hazlewood “Nancy & Lee” (1968)

Este é o número 27 da lista “100 Discos Daqueles que Raramente Aparecem nas Listas…” Foi editado em 1968 e assinalou, depois de várias contribuições na escrita e produção em discos de Nancy Sinatra, o primeiro álbum de partilha de protagonismo com Lee Hazlewood. Entre ecos da contry e da cultura psicadélica nasce um álbum invulgar que se transformaria num disco de culto.

Joan Manuel Serrat “Cançons Tradicionals” (1967)

Este é o número 26 da lista “100 Discos Daqueles que Raramente Aparecem nas Listas…” Foi gravado em 1967 mas apenas editado em 68. Representou um momento importante de afirmação de uma nova canção popular em língua catalã tendo por base uma série de trovas de velhos cancioneiros que aqui conheciam nova abordagem musical.

25. Van Dyke Parks “Song Cycle” (1967)

Este é o número 25 da lista “100 Discos Daqueles que Raramente Aparecem nas Listas…” Foi editado em 1967 e assinalou a estreia em nome próprio de Van Dyke Parks, sendo hoje uma referência para um modelo de pop fragmentada e de fulgor barroco que conheceu várias descendências e se transformou num caso de culto.

21. The Supremes, “I Hear A Symphony” (1966)

Este é o número 21 da lista “100 Discos Daqueles que Raramente Aparecem nas Listas…” Este foi editado em fevereiro de 1966 e revelou um momento em que a música das Supremes aceitou novos desafios instrumentais sem contudo perder a sua relação com a canção pop e também com o universo do rhythm’n’blues. A Motown voltava a acertar.