Lojas de discos: umas reabrem agora, algumas daqui a uns dias, outras mais adiante

As medidas de progressiva reabertura do país após algumas semanas de confinamento permitem que, a partir desta semana, as lojas de discos com porta aberta para a rua possam voltar a receber clientes. O GiRA DiSCOS fez uma ronda… Algumas abrem já. Outras preparam reabertura. Mas há quem prefira esperar. Texto: Nuno Galopim

Reabrir ou não reabrir? E caso a resposta seja o sim, no sentido da reabertura, há regras definidas pelas autoridades, às quais se juntam outras, assim como campanhas e sugestões, lançadas pelas próprias lojas.

Em Lisboa, a Discoleção foi das primeiras a reabrir as portas. E ontem já recebeu clientes. A reabertura faz-se ali “respeitando as medidas recomendadas pelas autoridades”, ou sejam com um “máximo de permanência de três pessoas no interior, desinfeção das mãos à entrada e uso obrigatório de máscara”. Nesta etapa “o horário será nos dias úteis das 14h00 às 20h00, mas poderá ser ajustado mais tarde”. A Discoleção reabre “com uma promoção especial de 20% em compras a partir de 25 euros, exceto os saldos”.

A Lucky Lux (Coimbra) também reabriu ontem. Tem como regra “dois clientes no máximo dentro da loja, um na secção de vinil, outro na secção de CD”, e sempre com máscara. O horário é o habitiual: das 10.00 às 13.00 e, depois, das 14.00 às 19.00 horas.

A Carbono Amadora, que confessa que “a ansiedade por abrir era grande”, está “de volta”. A loja vai manter o horário das 11.00 às 19.00 “na expectativa de ter clientes a conta gotas, os mais destemidos colecionadores… três de cada vez, com as mãos lavadinhas à entrada e de cara tapada” com máscara.

As lojas da Tubitek em Leiria e Braga estão também já abertas nos seus horários habituais. “A loja do Porto irá sofrer algumas obras de melhoramento pelo que a sua reabertura será mais demorada”, avança José Augusto Soares ao GiRA DiSCOS, acrescentando: “Estamos a guardar a data do sexto aniversário (5 de julho) para lançar algumas (fortes) ações promocionais”. As regras “impostas pela DGS serão colocadas em prática nos estabelecimentos: será obrigatório o uso de máscara no interior da loja, há um dispensador de álcool-gel para uso obrigatório, aquando da entrada no espaço, só poderão permanecer dois clientes nas lojas do Porto e Braga; três em Leiria e terá de haver o distanciamento obrigatório de 2 metros entre clientes”.

A loja Discos do Baú (Porto) também reabriu ontem. Mantém o horário terça a sábado das 14.00 às 19.00 e Miguel Valongo lembra ao GiRA DiSCOS que tiveram “uma campanha de desconto de 20% no loja on-line que terminou no domingo”. Agora podem “ter dois clientes ao mesmo tempo dentro da loja, com uso máscara obrigatório”. Têm “dispensador de gel para os clientes”, que assim o podem usar para desinfeção logo “à entrada para poderem manusear os discos”.

Também no Porto a Vinyl Disc – Loja dos Discos reabriu ontem “com as regras de segurança adequadas, uso de máscaras e gel desinfetante para as mãos” para “usar antes de mexer nos discos e depois se preferirem”. O atendimento é feito a apenas um cliente de cada vez dentro da loja.

Ainda no Porto há que ter em conta a Muzak, que também já reabriu as portas, no espaço partilhado com a skateshop Kate, na Rua de Santo Ildefonso, para onde se mudou recentemente. Aqui a reabertura faz-se “com um horário um pouco mais reduzido, das 10. 30 às 13.00 e das 15.00 às 18.00” e sem “nenhuma campanha especial”. As regras são as “habituais” nesta “nova normalidade”, ou seja, “uso de máscara, gel desinfectante, máximo de cinco pessoas no interior da loja”.

A Muzak (Porto), no dia da reabertura

Em Lisboa, a Distopia, que é livraria e loja de discos, está de momento “a funcionar por enquanto em horário reduzido (dias úteis das 11.00 às 17.00)”, mantendo “as campanhas online de oferta de portes de envio de livros em CTT correio normal e também o Livraria às Cegas”. No espaço da loja “só podem estar dois clientes de cada vez; todas as pessoas que entram têm de usar máscara” e é disponibilizado álcool gel “para que desinfectem as mãos à entrada e saída”. Pedem também “que a permanência na loja seja reduzida ao essencial e de preferência que contactem com antecedência se procuram algo específico para não se deslocarem em vão”.

A Louie Louie Lisboa reabriu na terça-feira, dia 5 “para voltar a sentir o aroma de alguma normalidade e rever algumas caras conhecidas (mesmo que protegidas por máscaras ou viseiras)”. Ao longo da semana haverá “remessas de discos a chegar – alguns lançados nestes meses pandémicos – para fazer o reforço das prateleiras das novidades e dos clássicos imprescindíveis”. Para “quem ainda não lhe der jeito sair de casa”, a loja “continua a fazer os envios por correio mantendo a oferta dos portes para encomendas a partir de 20€ – infelizmente, não vai ser possível manter os descontos praticados desde março, já que sem uma margem de lucro, será impossível cobrir as despesas do nosso trabalho”.

Terça foi também a data escolhida para a reabertura da Glam-O-Rama Rock Shop, em Lisboa (às segundas a loja costuma estar fechada). A principal mudança aqui tem a ver com um horário reduzido, para já nesta etapa, abrindo as portas de terça a sábado das 14.00 às 19.00 horas.

A Tabatô Records (Lisboa) também reabriu “esta semana, mas só com marcação para uma pessoa de cada vez e com uso de máscara obrigatório”, explica Bastien Orka. A lojas disponibiliza “desinfetante para as mãos, sendo obrigatório fazê-lo à entrada”. Na próxima semana vão “reabrir com um horário reduzido ainda a definir”. Bastien Orka conta ainda que tem “centenas de discos novos para apresentar e muitas promoções”.

Ainda esta semana:

A Groovie Records (Lisboa) reabre amanhã, quarta-feira. “Serão apenas quatro dias por semana, de quarta a sábado, até novos desenvolvimentos”. O horário será das14.00 às 19.00 e ao sábado esperam abrir também de manhã, das 10.00 às 13.00 e, de tarde, entre as 14.00 e as 19.00. “Claro estes horários podem sofrer alterações mediante o que vai acontecendo”, adverte Edgar Raposo. Dentro da loja será “obrigatório o uso de máscara” e haverá álcool gel na entrada. Será permitido “um máximo de três clientes dentro da loja à vez (já temos fita métrica hehehe), não podem meter os discos na boca nem passar as mãos nos outros clientes”, observa, com humor, Edgar, que acrescenta: “manteremos mais medidas de higiene regulares no espaço”. Esta reabertura da Groovie Records terá uma campanha: “acima dos 20€ de compras haverá 10% nos discos novos e 20% nos usados e também 20% nas edições da Groovie Records. Promoção que se irá manter até ao dia 15 de maio. Depois vemos…”.

A Do Vigário (Lisboa) também reabre amanhã, com horário das 17.00 às 20.00 de quarta a domingo. “A máscara é obrigatória e vamos ter gel desinfetante”, com um máximo de “duas pessoas dentro da loja de cada vez” e, para já, sem nenhuma campanha prevista. “Vamos ter que continuar paralelamente com algumas vendas online e, no nosso caso, apostar na vertente de restauração e bebidas logo que possível”, acrescenta Luis Fundo.

Amanhã será também o dia de reabertura da Drogaria Central (Almada). Haverá novos horários, das 12.00 às 18.00 horas. “evitando por agora o período da noite”. (12h às 18h) e a loja terá “uma campanha em alguns dos discos novos”. O espaço poderá receber uma a duas pessoas de cada vez “com uso de máscara obrigatório”. Para quem não tiver máscara o atendimento será feito à porta “para entrega de artigos”. A loja vai fornecer “à entrada àlcool gel para desinfeção das mãos, que será também obrigatório para a consulta dos discos e restantes artigos”. Será mantida uma “distância de pelo menos 1,5m entre clientes e balcão de atendimento devidamente assinalado no chão”. A Cristina e o Sérgio estarão “de máscara e viseira”. A limpeza “da loja discos e capas, prateleiras, etc, que já era cuidada antes da pandemia, será redobrada”.

Sexta feira, dia 8, é o dia apontado para a reabertura da zona da loja de discos da Chasing Rabbits (Lisboa). A loja terá “novo horário das 11.00 às 20.00, com algumas novidades (a seguir no Facebook e Instagram da loja) e descontos em alguns artigos que vão até os 50%, quer no vinil quer nos livros”. Na zona de café vão “operar em take away até dia 18 de maio”, data em que poderão “começar a receber de novo amigos e clientes”. No entanto, advertem, “o protocolo com as novas regras ainda está a ser definido pelas entidades competentes”. Para já “vão existir regras de acesso ao espaço a dois níveis”. A área da loja “estará aberta ao público, seguindo as direções do SNS, como por exemplo entrada limitada, o uso obrigatório de máscaras, pontos de desinfeção e processos de limpeza mais recorrentes”. Para depois de dia 18, estão “a preparar todo o local de modo a garantir a segurança máxima, e que todos possam sentir-se seguros mas também confortáveis”. Os responsáveis pela Chasing Rabbits acrescentam que, “infelizmente a nossa Grace não estará tão presente como antes, e o mesmo se aplica a entrada de outros animais”.

Sábado, dia 8, é o dia de abertura da Jazz Messengers – Lisboa , que podemos encontrar no primeiro piso do espaço Ler Devagar, na LX Factory. O jazz está no centro das atenções mas há mais música, numa oferta que tanto valoriza o vinil como o CD e que, com o tempo, quer ter também mais discos usados. Depois de uma tentativa de abertura inicialmente apontada a meados de março, a Jazz Messengers Lisboa abre, mesmo assim, com horários e regras especiais: “No imediato, vai implicar uma redução de horário de atendimento e medidas de segurança de acordo com a dimensão do espaço onde estamos inseridos: no 1º piso da Ler Devagar. Mas, por outro lado, se há algo que esta crise pandémica nos ensinou é de não fazer planos a longo prazo. Queremos contribuir para a nova normalidade na cidade. Menos mas mais próximos”, explica Carla Aranha. A possibilidade de realizar eventos na loja terá, contudo, de esperar, pelo menos até outubro.

E na próxima semana:

A Louie Louie Porto reabre na próxima segunda feira, dia 11, “com os mesmos horários”. A loja desenvolveu uma campanha no site durante este mês e meio e terminou domingo. Esta semana “vai ser necessária para voltar a receber stock de discos novos, que foram os mais vendidos durante a promoção”, explica Rui Quintela, “o problema é que com os 20% de desconto mais os portes grátis, foi vender a preço de custo (alguns até abaixo)”. Admite que precisavam “de uma entrada de dinheiro para fazer face aos custos fixos e felizmente” conseguiram “cumprir durante estes dois meses”. A partir de dia 11 “haverá as já conhecidas regras determinadas pelas autoridades sanitárias: álcool gel à entrada, obrigatoriedade de uso de máscara (vamos ceder a quem precise) e apenas três clientes na loja de cada vez”. A loja conta “também vir a ter luvas descartáveis pois os clientes vão inevitavelmente manusear os discos”. Haverá ainda uma “higienização frequente da loja e discos expostos”.

Também no Porto reabre dia 11 a Matéria Prima “no horário habitual e com cuidados redobrados”. A loja avisou, contudo, na sua newsletter, que irá “no entanto manter a oferta dos portes de envio em todas as encomendas nacionais” para quem continuar a optar pelas compras online.

Mais adiante…

Só em junho podermos regressar à Tó’N’Ticha (Lisboa). Nessa altura, explicam António e Fátima ao GiRA DiSCOS, o acesso será possível apenas com “um cliente na loja com máscara e com desinfetante para as mãos”, mantendo-se, contudo, o seu horário habitual.

Já a Peekaboo Records (Lisboa) irá ponderar a sua reabertura em função das medidas a aplicar aos centros comerciais.

Ainda sem reabertura em vista…

A Flur, em Lisboa, não tem para já uma agenda de reabertura definida. André Santos explica que “não faz sentido abrir já, temos grande parte do nosso catálogo online e iremos continuar a reforçá-lo. Mantemos as campanhas que tínhamos ativas, portes gratuitos para Portugal para encomendas iguais ou superiores a 20 euros e entregas gratuitas no município de Lisboa para encomendas iguais ou superiores a 20 euros”. A isto acrescentam “a possibilidade de levantar na loja com marcação, mas a visita à loja ainda não será possível”.

Também a Porto Calling optou por não reabrir para já, mantendo apenas a sua operação online.

E agora algumas palavras de reflexão…

Postas estas opções e calendários de reabertura (ou não reabertura), o que esperam as lojas de discos portuguesas nos tempos que têm pela frente?

José Augusto Soares, da Tubitek, crê que “esta situação irá normalizar mas levará algum tempo”. Em relação às três lojas da Tubitek diz que, por serem “otimistas”, estão “a melhorar consideravelmente o espaço no Porto de forma a encarar o futuro com condições mais agradáveis e funcionais”. E acrescenta ainda: “Vamos ter de encontrar soluções para trazer de novo as pessoas ao contacto físico com os discos principalmente com o vinil que tem ganho uma projeção assinalável. Para mantermos este rumo, iremos continuar a proporcionar uma escolha eclética a preços muito apetecíveis”.

Por seu lado, André Santos, da Flur, por sua vez, diz-nos: “Está a dar-nos vontade para crescermos online e pensarmos em novos modelos para satisfazer os nossos e novos clientes. Aceitámos que tudo irá ser diferente a partir de aqui e, por isso, vamos adaptar-nos. Por uma questão de saúde pública – nossa e de todos – não faz sentido ter uma loja de discos aberta de momento. Para funcionarmos teríamos de adulterar em muito a experiência de quem nos visita e, para nós, isso não faz qualquer sentido. Estamos a aproveitar o momento para lançar a nossa editora, Holuzam, noutros mercados. Desde que meados de Março já editámos três álbuns. Este mês sairão mais dois. Importa não parar, crescer para outros lados e potenciar a nossa oferta de outra forma. Custa-nos muito monetariamente, e no coração, ter as portas fechadas. Mas abri-las já também é um passo na direção errada”.

Para a Chasing Rabbits “esta nova etapa serviu para corrigir alguns processos, melhorar as instalações e tentar planear / prever os próximos tempos, que é a tarefa mais ingrata, porque na realidade ninguém sabe ao certo o que virá”. Os responsáveis da loja querem “acreditar que não haverá nenhuma segunda vaga” da pandemia e “que o sentido cívico de cada um ajude na recuperação do comércio local, e que os espaços correspondam a esse mesmo dever, de modo a recuperar de novo a confiança das pessoas”. E acrescentam: “acreditamos ser possível recuperar alguns dos hábitos responsáveis não só por manter as lojas de discos abertas, mas também grande parte do comércio local. Este tempo serviu também para desenvolver o site da loja, que deverá estar finalizado durante esta semana. O mesmo para a página da Discogs”.

Cristina e Sérgio, da Drogaria Central, acreditam que, “de certo modo esta paragem permitiu avançar com a construção do site da Drogaria (que está previsto ser lançado neste mês de maio) e melhorar a venda online na plataforma Discogs”. Admitem estar otimistas e tudo farão “para manter em funcionamento a Drogaria e a PontoZurca”. Nos próximos meses verão “como reagem também os clientes”, o que “será determinante para a vida de uma loja de discos”.

Edgar Raposo, da Groovie Records, diz-nos: “vamos esperar para ver, está complicado, mas esperamos que pelo menos consigamos manter o espaço de forma auto-suficiente, que no nosso caso já seria bom. Penso que com trabalho e mudança de estratégia isso seja possível”. Por seu lado a equipa da Distopia, também em Lisboa, diz: “Neste momento ainda é um dia de cada vez. O impacto da pandemia não se fará sentir apenas durante este período de confinamento; terá certamente consequências económicas que irão afectar quem nos procura e a nós também. Ainda é cedo para avaliar exactamente a dimensão dessas consequências”.

Rui Quintela, da Louie Louie Porto vê o futuro “com apreensão”. E explica: “Penso que pelo menos nestas primeiras semanas vai haver muito menos clientes a visitar a loja. Se os números da pandemia não subirem muito a confiança poderá voltar gradualmente, mas demorará até chegar ao habitual. Penso que as vendas online vão ter mais importância. E também vamos sofrer outro grande golpe que é um ano sem turismo. No nosso caso o verão eram meses de boas vendas graças ao turismo e, pelo menos este ano, simplesmente não vai existir. E estamos também a ver uma economia a ficar fragilizada, o que mais tarde ou mais cedo se refletirá no poder de compra e levará a que muitos compradores de discos sejam obrigados a deixar de o ser. Também no Porto, Miguel Valongo, da Discos do Baú, diz que o trabalho continua “com as dificuldades inerentes a quem compra um bem que não é de primeira necessidade”. O site “funcionou bem” e há “clientes nacionais que gostam muito de visitar a loja”. Os clientes estrangeiros “vão sendo mantidos informados no site e vão comprando por aí até ser posssível regressarem”. Continuando no Porto, Francisco Afonso, da Muzak, encara o futuro “com alguma apreensão, mas também esperança de que as coisas regressem gradualmente a normalidade possível, sendo que no caso dos clientes do turismo isso não será para breve”.

Por outro lado, se quiser ser otimista, muita gente vai ficar mais tempo em casa e com tempo para dedicar à sua coleção. E talvez um pouco do dinheiro que se gastaria em festivais e concertos seja direcionado para comprar discos. Até aparecer a vacina, as coisas não vão ser iguais. Vamos indo e vamos vendo, daqui a um mês todas estas respostas podem ser outras”. Rui Ferreira, da Lucky Lux, diz que tem “que encarar com otimismo e esperar que o pior já seja passado”. Menos otimistas, António e Fátima, da T’N’T, respondem não saber se terão “capacidade para” se manterem abertos: “Vamos tentar é a nossa paixão também”, sublinham. Da Carbono Amadora chega outra mensagem com mais esperança: “o movimento quebrou e tão depressa não será o mesmo, mas temos confiança no futuro pois a musica também é uma terapia”. Luis Fundo, da Do Vigário, acredita que “o futuro vais ser difícil”. As lojas de rua “vão ter alguma dificuldade em voltar a ter a mesma procura”. Explica que estão “dependentes do que acontecer à pandemia e consequentemente às restrições impostas”.

O GiRA DiSCOS contactou mais lojas (que ainda não tiveram ocasião pata responder), pelo que este texto poderá receber ainda mais contribuições ao longo dos próximos dias.

2 pensamentos

  1. A VINYLDISC-LOJA DOS DISCOS,reabriu na segunda feira, dia 4 do corrente mês, com as regras de segurança adquadas,uso de máscaras e gel desinfectante para as mãos, usar antes de mexer nos discos e depois se preferirem,apenas atendemos 1 cliente dentro da loja.

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